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Resultados de Exames

Eletroencefalograma (EEG)(Na Clínica, Em UTI, Em Ambiente Hospitalar ou Prolongado)

O Eletroencefalograma (EEG) de rotina é um exame gráfico, que registra e estuda a atividade elétrica cerebral, com a análise dos seus funcionamentos qualitativo e quantitativo, através de sistemas digitais computadorizados.

Os avanços tecnológicos permitiram grande aprimoramento na eletrencefalografia, com os sistemas digitais, os registros sincronizados com vídeo, os sistemas de multicanais, chegando-se atualmente aos equipamentos de monitoração wireless

É uma ferramenta diagnóstica de baixo-custo, de elevadas sensibilidade e especificidade no diagnóstico e manejo de pacientes com epilepsia, comparada a outros métodos complementares de diagnóstico.

Toda esta inovação tecnológica, acoplada ao desenvolvimento da neuroimagem, possibilitou um salto incomparável no desenvolvimento da cirurgia da epilepsia. Entretanto, a avaliação rotineira do EEG de superfície é o cenário mais comum na prática da epileptologia clínica e se presta ao diagnóstico e condução do tratamento da maior parte das síndromes epilépticas.

As indicações deste procedimento são:

  1. classificar o tipo de crises e das síndromes epilépticas;
  2. identificar as crises não epilépticas (crises de perda de fôlego, crises de apnéia, movimentos involuntários, síncopes, pseudo-crises, etc.);
  3. determinar a medicação anticonvulsivante apropriada, monitorando a sua eficácia e orientando o prognóstico, isto é, o tempo de tratamento;
  4. auxiliar na determinação das causas das crises epilépticas, tais como a persistência de ondas lentas focais em lesão de massa, ondas lentas generalizadas em encefalopatias (evolutivas e não evolutivas) e distúrbios metabólicos (intoxicação por drogas, doenças renais ou hepáticas);
  5. descargas periódicas em encefalites;
  6. supressão ou atenuação em lesões cerebrais extensas ou agudas;
  7. morte cerebral;
  8. acompanhar distúrbios psiquiátricos e geriátricos.

Contra-indicações

Não há contra-indicação para a realização de qualquer desses métodos.

Procedimento

O exame pode ser realizado em qualquer faixa etária, desde as primeiras horas de vida, ainda no berçário, até em idosos extremos; com o paciente consciente (acordado), ou inconsciente (dormindo; em coma; anestesiado); em ambiente hospitalar (inclusive na UTI), no laboratório, ou no domicílio.

Pode ser realizado em intervalo de algumas horas, sem nenhum problema.

É necessário para a obtenção de um bom traçado, que o paciente esteja calmo, cooperante, bem alimentado, sem dor ou qualquer outro mal-estar.

Os cabelos têm que estar limpos e secos, lavados na véspera do exame apenas com xampu neutro, sem nenhum produto gorduroso, como cremes ou óleos.

Quando o exame for realizado durante o sono, é necessário redução do período de sono noturno, ou até privação de uma noite toda.

As crianças após os 3-4 anos, devem ser preparadas e tranquilizadas, com a informação de que o procedimento não provoca dor ou desconforto algum, devendo ser estimuladas à cooperar com o exame.

Interpretação: Correlação Clínico - Laboratorial.

A atenção para a análise das ondas (a morfologia e a topografia), para a influência das provas de ativação (hiperventilação, fotoestimulação, abertura e fechamento dos olhos e o sono) e para os achados eletrencefalográficos associados, são os pontos importantes na identificação dos padrões específicos, tanto de significado clínico, como benigno.

A identificação e a interpretação corretas dos padrões epileptiformes são mais desafiadores na população infantil, devido as alterações nos padrões do EEG com a maturação e o amplo espectro de normalidade do EEG da criança.

A mesma rotina de análise de interpretação é aplicada tanto no adulto, como na criança.

Vídeo EEG de 4HS, 6HS, 12HS ou Mais

Introdução:

O Vídeo-Eletroencefalograma (Vídeo-EEG) é um método diagnóstico não invasivo, que registra a atividade elétrica cerebral concomitante a gravação de um evento clínico. Com isso, fornece uma correlação entre os dados relatados pelos familiares, ou o paciente e o evento paroxístico assistido e define o diagnóstico, se é epiléptico, ou não, através das manifestações clínicas apresentadas pelo paciente registradas pelo EEG e pelo Vídeo.

A monitorização eletiva com Vídeo-EEG pode ser feita sem a hospitalização do paciente, com uma permanência mais breve (2 a 12 horas) para se evitar uma internação.

Porém, existe a situação em que temos que internar um paciente para a realização do Vídeo-EEG eletivo de 12 a 72 horas, ou mais, para um estudo mais detalhado de Epilepsia de difícil controle com provável indicação cirúrgica, ou para se fazer um diagnóstico diferencial de pseudo-crise.

Por vezes, há a necessidade de se indicar o Vídeo-EEG de 12, 24 até 72 horas, em paciente internados em UTI, ou enfermaria, principalmente na suspeita clínica de Estado de Mal Epiléptico não convulsivo, em que o paciente encontra-se com rebaixamento do nível de consciência ou para a retirada ou introdução de droga anticonvulsiva.

Critério o para a realização do exame:

  • Não é preciso interromper o uso de medicamentos para a realização deste exame;
  • O cliente precisa levar as medicações em uso e tomá-las no horário habitual;
  • Os cabelos precisam estar limpos e secos, sem gel, musse ou laquê;
  • Após a aplicação de tintura nos cabelos, é necessário aguardar um intervalo de 48 horas para poder fazer o vídeo-eletroencefalograma;
  • Crianças pequenas, idosos e pessoas com necessidades especiais têm de estar obrigatoriamente acompanhados;
  • Adultos não precisam de acompanhantes, nem na chegada nem durante a monitoração, mas, a seu critério ou de sua família, é possível a permanência de uma pessoa no local do exame. Na hora de sair, no entanto, recomenda-se que o indivíduo deixe a unidade, acompanhado; 
  • Na noite anterior ao exame, é fundamental e necessária a privação de sono pelo maior tempo possível. Ou seja, o período de sono precisa ser de, no máximo, quatro horas. A privação de sono é necessária para que o cliente consiga dormir durante o exame e também por funcionar como um ativador das anormalidades, aumentando a possibilidade de estas serem detectadas;
  • A criança não pode dormir no carro. Os pais ou responsáveis devem levar apetrechos que o bebê utilize para dormir, tais como chupeta, travesseiros, objetos de apego, etc;
  • O cliente tem de sair de casa bem alimentado;

Mapeamento Cerebral

O Eletroencefalograma (EEG) é um exame gráfico, que registra e estuda a atividade elétrica cerebral, permitindo assim, a análise dos seus funcionamentos qualitativo e quantitativo, através de sistemas digitais computadorizados.

Trata-se de um procedimento de avaliação fisiológica e não de um exame de imagem, como é a Tomografia Computadorizada e a Ressonância Magnética.
A atividade elétrica cerebral pode ser estudada, também, através do EEG Digital com Mapeamento Cerebral, que é um exame computadorizado, que forma mapas topográficos coloridos da atividade eletrencefalográfica, captada sobre o escalpo, fazendo uma análise quantitativa, chamada de análise espectral. Edita mapas de frequências e de amplitude e dá uma visão gráfica da localização das anormalidades eletrencefalográficas.

As indicações deste procedimento são:

  1. localizar o foco nas epilepsias;
  2. localizar tumores, malformações arteriovenosas e AVC;
  3. distúrbio de consciência;
  4. avaliar o estado do coma;
  5. monitorar os efeitos da abstinência de drogas psicoativas;
  6. auxiliar no estudo de infecções, como meningite, ou encefalite;
  7. acompanhamento pós-operatório de neuro-cirurgias;
  8. distúrbios psiquiátricos (esquizofrenia; depressão);
  9. transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade;
  10. atrofia cerebral.

Procedimento

O exame pode ser realizado em qualquer faixa etária, desde as primeiras horas de vida, ainda no berçário, até em idosos extremos; com o paciente consciente (acordado), ou inconsciente (dormindo; em coma; anestesiado); em ambiente hospitalar (inclusive na UTI), no laboratório, ou no domicílio.

Pode ser realizado em intervalo de algumas horas, sem nenhum problema.

É necessário para a obtenção de um bom traçado, que o paciente esteja calmo, cooperante, bem alimentado, sem dor ou qualquer outro mal-estar.

Os cabelos têm que estar limpos e secos, lavados na véspera do exame apenas com xampu neutro, sem nenhum produto gorduroso, como cremes ou óleos.

Poligrafia Neonatal (Na Clínica, Em Berçário ou Ambiente Hospitalar)

REGISTRO POLIGRÁFICO E ELETROENCEFALOGRAMA NEONATAL


Introdução:

A Eletrencefalografia Neonatal tem-se tornado uma técnica diagnóstica de fundamental importância na faixa etária do recém-nascido, por ser um método não invasivo, de baixo custo e que permite investigar a atividade elétrica cerebral nesta idade, onde ocorre significativa maturação do Sistema Nervoso Central.

É usada como complemento diagnóstico de doenças neurológicas e para predição do prognóstico; além de fazer o diagnóstico diferencial de patologias não cerebrais, como apnéia episódica de origem cardíaca.

A Poligrafia Neonatal aumenta a acuidade da eletrencefalografia, pois também, avalia aspectos comportamentais, pois são associados os eletrodos não cerebrais ao E.E.G. (eletro-oculograma, eletromiograma, eletrocardiograma, fluxo aéreo nasal e cinta tóraco-abdominal para controle respiratório), para o estudo mais adequado do ciclo vigília-sono, que nesta faixa etária não é tão claramente diferenciado como em adultos e crianças maiores.

A Poligrafia Neonatal é de fundamental importância para a complementação na avaliação neurológica do recém-nascido, tanto de termo, como prematuro.

Por vezes, há a necessidade de realizar a monitorização com o Vídeo-EEG para o estudo mais adequado de crises epilépticas.

Devido a necessidade de se fazer um estudo mais adequado e contínuo dos bebês menores de 6 meses de idade, oferecemos o nosso serviço com atendimento em Poligrafia Neonatal em nossa clínica.

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